Author Archives: deeaguiar

Esta Página Especial deseja a todos uma  FELIZ PÁSCOA!!!

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Horta na Escola

Os alunos com adaptações curriculares significativas têm desenvolvido competências de autonomia pessoal e social numa pequena horta criada num espaço da nossa sede de Agrupamento.

Graças a esta atividade, eles têm apreendido vários conteúdos  do âmbito das várias disciplinas e têm-no feito de uma maneira lúdica e prática. Paralelamente a estes conteúdos interdisciplinares, têm conseguido desenvolver competências  de interajuda e de trabalho em equipa.

Os nossos alunos, com  a orientação dos respetivos professores, já semearam favas, ervilhas, abóboras e feijão. Plantaram, igualmente,  alface e couve galega.

Agora, todos estes vegetais vão crescendo sob  a guarda atenta do espantalho José Gabriel!

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Khumba

Os alunos do pré-escolar e do primeiro ciclo do Agrupamento, aquando do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, visualizaram o filme “Khumba” e, depois de uma breve reflexão sobre o mesmo, deram asas à sua imaginação, pintando algumas das personagens do filme.20190225_132525 (2).jpg

Khumba  descreve a história de uma pequena zebra que nasce com  metade do corpo sem riscas. O animal  sofre de preconceito, pois,  segundo uma lenda local,  devido a ser diferente, ele seria o responsável pela falta de chuva na região. Para tentar remediar este grande problema, Khumba decide partir  numa viagem  pela savana africana, para encontrar um lago mágico capaz de restituir as riscas que lhe faltam, trazendo de novo a chuva ao seu povo. No caminho, ele encontra outros animais  (uma fêmea gnu, uma avestruz e um tigre cego de um olho)  com os quais vive uma grande aventura.

 

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“Portugal é um caso de sucesso na Educação Inclusiva”

Com 98,5% dos alunos com algum tipo de deficiência ou dificuldade presentes nas escolas regulares, Portugal é hoje uma das principais referências em Educação Inclusiva. Presidente da Associação Nacional de Docentes de Educação Especial (Pró-Inclusão), David Rodrigues aproximou-se do tema quando ainda era professor de Educação Física no Fundamental, ao ser convidado para lecionar em um centro de reabilitação para pessoas com paralisia cerebral em Lisboa. Autor de mais de 30 livros sobre o tema, muitos deles acessíveis ao público brasileiro, Rodrigues fala sobre a inclusão no sistema educacional lusitano.
NOVA ESCOLA: Por que Portugal é uma referência em educação inclusiva?
DAVID RODRIGUES: É preciso fazer um resgate histórico para compreender. O país teve um progresso na educação como um todo a partir de 1974, com o fim da ditadura e a Revolução dos Cravos. Junto à preocupação de desenvolver a educação, aconteceu o desenvolvimento de políticas que favoreceram a integração e, mais tarde, a inclusão de alunos com as mais variadas dificuldades nas escolas regulares. O resultado foi o progresso da escola pública. Hoje, Portugal tem uma escolaridade obrigatória de doze anos cumprida no sistema público, de tempo integral, e 98,5% de estudantes com deficiência e dificuldades em escolas regulares.
NE: Qual o marco forte da educação inclusiva em Portugal?
DR: O país começou a ser considerado referência a partir de 2008, com o Regime Jurídico da Educação Inclusiva, que instaurou a presença de alunos com dificuldades na escola regular. É uma proposta inovadora em três aspectos. Primeiro, deixa de fazer referência à Educação Especial e às NEE, considerando que qualquer aluno pode necessitar de apoio. Por sua vez, esse apoio pode ser de três tipos: medidas universais (que usam exclusivamente os recursos disponíveis na escola), medidas seletivas (devem ser recrutadas quando as universais não se mostram suficientes) e medidas adicionais (para casos mais comprometidos e que implicam alterações mais profundas no currículo). O segundo aspecto tem a ver com a criação nas escolas de Centros de Apoio à Aprendizagem, com professores, psicólogos e terapeutas, dentre outros profissionais, que organizam medidas para apoiar a educação de todos. Por fim, o terceiro aspecto trata das equipes multidisciplinares, responsáveis pela caracterização dos estudantes e que propõem as medidas para a aprendizagem.
NE: Como a escola de tempo integral contribuiu para a inclusão?
DR: Ela permite que os professores tenham mais tempo com os alunos que têm mais dificuldades e para planejar e realizar o apoio pedagógico e terapêutico necessário para cada um.
NE: No que diz respeito à formação docente, o que foi feito para priorizar a inclusão?
DR: Desde 1986, é obrigatório em todos os cursos de formação de professores uma ou várias disciplinas sobre NEE. Talvez hoje também precisássemos de uma nova concepção de formação inicial. Em vez de uma disciplina, considerar que todas fossem organizadas numa lógica inclusiva. Afinal, como é possível ter uma disciplina de “Desenvolvimento Curricular” sem falar de “diferenciação curricular”?
NE: É possível replicar a experiência de Portugal?
DR: Portugal é uma fonte de inspiração, mas a transferência de boas práticas é muito contestada. O ideal é fazer um trabalho de tradução do que já foi feito, considerando a realidade local. Fui consultor para a Política de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e fiquei com a convicção de que a diversidade do Brasil tornava inviável a simples cópia de experiências estrangeiras. Mas isso não significa ser inútil conhecer práticas de outros países.

Fonte: NOVA ESCOLA

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A MARIA TEM UMA NOVA ESCOLA QUE NÃO DEIXA NINGUÉM DE FORA

Maria, a bebé, era bonita e doce, nada a fazer prever o que aí vinha. Maria, com um ano, foi diagnosticada com a síndrome rara de Mowat-Wilson, responsável por atrasos no desenvolvimento físico e cognitivo. Maria, hoje com 5 anos, conhece poucas palavras, aprendeu a comer com terapia, mas é esperta e precisava de estar no ensino regular, com crianças sem necessidades educativas especiais que puxem por ela. E aqui entram os pais da Maria, decididos a encontrar respostas nem que para isso tivessem de criar uma escola diferente de todas as outras que já existem.
«Escolas de ensino especial há muitas e boas, mas não eram indicadas para ela. Procurámos escolas de inclusão, encontrámos uma ou duas a funcionar como deve ser, mas não tinham vaga. Foi uma luta até a Creche do Centro Paroquial do Campo Grande – a única – nos dizer que não sabia se tinha capacidade para tratar da Maria mas ia tentar», conta Rui Negrão, o pai, a desbravar caminho desde os primeiros dias da filha fora da barriga da mãe, Sandra Calheiros.
«Por cá, estima-se que haja umas 15 crianças com esta síndrome de Mowat-Wilson, uma doença genética e sem cura descoberta em 1998 pelos médicos australianos David Mowat e Meredith Wilson», diz. Saber que a filha a tinha foi uma experiência abrupta, emotiva, total. «Só pensávamos “porquê ela?”, assim indefesa e com aquela doença estranha de que se sabia tão pouco.» Mais tarde, a questão que se impunha era como iriam eles levá-la à creche de manhã, buscá-la ao fim da tarde, levá-la e buscá-la outras vezes durante o dia para as sessões de terapia da fala, terapia ocupacional, fisioterapia, natação e sabe lá Deus mais o quê – ou como?
«É uma agenda complicada de gerir, porque os pais têm de trabalhar e as crianças com necessidades especiais têm de ser trazidas para fora das instituições, a fazerem coisas estimulantes», explica Rui Negrão. Não adianta haver serviços médicos, educativos e culturais disponíveis se depois as famílias não tiverem forma de lá levar os pequenos. «Em conversas com amigos fomos desafiados a desenvolver o projeto de uma escola inclusiva, como a que queríamos para a nossa filha, e tentar então arrancar a partir daí.»
O que nos traz novamente de volta à Escola da Maria, o único projeto do país a contemplar esta integração em valências conjuntas, com uma forte ligação ao desporto fora das instituições. «Matutávamos no que faz falta, a acrescentar aqui e ali. De repente tínhamos algo sem precedentes, muito além da escola de inclusão que sonhámos», diz o pai.
Se tudo correr bem daqui para a frente, dependendo da cedência de terreno e dos investidores, esperam conseguir tê-la pronta em três anos com uma oferta pedagógica do berçário ao 2.º ciclo. «Apesar de o rácio não ser fixo, tentaremos trabalhar numa base de 70/30 [a mesma das escolas que conhece], em que 30 são os alunos com necessidades educativas especiais para garantir uma verdadeira inclusão», adianta o mentor.
A pensar nas necessidades terapêuticas das crianças dentro e fora da escola, o projeto engloba ainda uma clínica que disponibiliza psicologia clínica e educacional, terapia ocupacional, da fala, orientação escolar e vocacional, fisioterapia e acupuntura. «Teremos licenciamento da Clínica da Maria no futuro, mas enquanto não houver um espaço vamos trabalhar com médicos disponíveis para receber as crianças nos seus consultórios, mediante protocolos, e usar as instalações da clínica desportiva de apoio ao Clube de Rugby São Miguel, nosso parceiro», conta Rui Negrão.
Estudo acompanhado e babysitting personalizado são outras das valências concebidas para aliviar os pais que não tenham como levar os filhos às atividades, além do transporte com acompanhamento. «As coisas têm vindo a crescer a olhos vistos. A parte do desporto inclusivo – râguebi, judo, ginástica, dança, natação – já está inclusivamente a funcionar graças a vários parceiros interessados que acharam, desde o início, que isto fazia todo o sentido», diz.
Um outro projeto que vão trabalhar em paralelo, a começar por Braga, é o do Plano Nacional de Inclusão Desportiva, concebido para alargar ao resto do país o que têm estado a fazer com os clubes em Lisboa. «Não é difícil implementar: difícil é mudar mentalidades.» A ideia, revela Rui em primeira mão, é vir a ter desporto inclusivo em todas as capitais de distrito no ano de arranque, e em todos os concelhos a cinco anos, com uma viatura de transporte adaptado por cada um deles.
E sim, já antes tinha criado a Associação Síndrome Mowat-Wilson para ajudar outros pais, de crianças como a sua, a encontrarem respostas para a doença. «Essa é outra história que só indiretamente tem a ver com a Associação A Escola da Maria, que criámos de propósito em agosto de 2018 para operacionalizar isto tudo», ressalva. Seja como for, é óbvio que a experiência o ajuda agora nesta jigajoga de ver o que falta, procurar parceiros, tentar contactos, convencer investidores e pôr tudo a girar com a leveza de um malabarista.
«A legislação é muito boa, mas depois na prática faltam condições para operacionalizar, da mesma forma que aquilo que existe serve bem, apesar de ser manifestamente insuficiente», lamenta o pai. A ele preocupa-o sobretudo o facto de ver o tempo a passar e não saber onde vai pôr a Maria no próximo ano letivo, quando a filha já tiver os seis anos. Imagina que seja essa também a preocupação de muita gente. «Só porque a nossa escola ainda não existe, senão não havia dúvidas.»
Fonte: Life DN
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BOAS FESTAS!!!

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Eu queria ser Pai Natal”

Eu queria ser Pai Natal
E ter carro com renas
Para pousar nos telhados
Mesmo ao pé das antenas.

Descia com o meu saco
Ao longo da chaminé,
Carregado de brinquedos
E roupas, pé ante pé.

Em cada casa trocava
Um sonho por um presente
Que profissão mais bonita
Fazer a gente contente!

Luísa Ducla Soares

Feliz Natal !!!

 

 

 

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3 de dezembro – Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

Dia Internacional das Pessoas com Deficiência comemora-se anualmente a 3 de dezembro.

Esta celebração realiza-se desde 1998, ano em que a Organização das Nações Unidas avançou com a convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência.

A data tem como principal objetivo a motivação para uma maior compreensão dos assuntos relativos à deficiência e a mobilização para a defesa da dignidade, dos direitos e do bem-estar destas pessoas, garantido, assim, a sua inclusão plena.

Na nossa escola, construímos a árvore da  INCLUSÃO.Sem Título

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Chegou o Outono!!!

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ESCOLA INCLUSIVA

Objetivos Gerais  da Educação Inclusiva:

  • encontrar respostas que possibilitem a todos os alunos a aquisição de um nível de educação e formação facilitadoras da sua plena inclusão social;
  • concretizar o direito de cada aluno a uma educação inclusiva que responda às suas potencialidades, expectativas e necessidades no âmbito  de um projeto educativo comum e plural que proporcione a participação e o sentido de pertença;
  • reconhecer a mais valia da diversidade dos alunos;
  • encontrar formas de lidar com a diferença, adequando os processos de ensino às caraterísticas e condições individuais de cada aluno, mobilizando os meios de que se dispõe para que todos aprendam e participem na comunidade educativa;
  • diversificar as estratégias para ultrapassar  as barreiras da aprendizagem, de modo a assegurar que cada aluno tenha acesso ao currículo e às aprendizagens, levando todos e cada um ao limite das suas potencialidades;
  • incentivar à aplicação do desenho Universal para a aprendizagem;
  • garantir que o perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória seja atingido por todos;
  • reforçar o papel dos pais ou encarregados de educação, conferindo-lhes um conjunto de direitos e deveres conducentes ao seu envolvimento em todo o processo educativo dos seus educandos.

 

 Opinião do Dr. David Rodrigues ( Pró-Inclusão)

https://www.publico.pt/2018/10/22/sociedade/opiniao/inclusao-desejo-necessidade-1848377

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